Prêmio Abraciclo de Jornalismo

Edição 45 anos Abraciclo

Sobre o Prêmio

O Prêmio Abraciclo de Jornalismo tem como objetivo incentivar a cobertura jornalística sobre o uso de motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas ou similares como um meio efetivo de transporte, reconhecendo os trabalhos que se destacam nesse quesito. Dessa forma, as reportagens contribuem para um melhor entendimento da sociedade e do poder público sobre a importância desse meio de transporte para a mobilidade, segurança e respeito ao trânsito no Brasil.

Ser finalista ou vencedor do Prêmio Abraciclo de Jornalismo significa um reconhecimento público para todo profissional de imprensa no Brasil.

É um diferencial que vale para a carreira toda.

Premiação

Edição Especial de 45 anos Abraciclo 

Vencedor do Ano

1° Lugar

2° Lugar

3° Lugar

Como surgiu o prêmio?

A Abraciclo foi criada em abril de 1976, inicialmente focada em bicicletas e  ciclomotores. Em 1980, com a adesão das fabricantes de motocicletas, a entidade estendeu sua atuação também para estes tipos de veículos, além de motonetas e similares. Na época, os veículos de duas rodas eram de pequeno porte e costumavam ser utilizados muito mais para lazer e, de certa forma, demonstração de maior status social de seus condutores.

A indústria cresceu rapidamente em seus primeiros anos, passando de aproximadamente cinco mil veículos produzidos, em 1975, para mais de 145 mil unidades, em 1980, dando abertura à mudança no perfil do setor e intensa profissionalização. Entretanto, a motocicleta ainda era vista com estranheza por grande parte da população, apesar de estar ganhando espaço no mercado. A década de 1980 foi marcada pela crescente adaptação dos produtos às novas necessidades dos consumidores e em um contexto de constantes oscilações na produção e venda, decorrentes das dificuldades econômicas enfrentadas pelo Brasil.

O crescimento rápido da demanda pelos veículos de duas rodas, a necessidade da prática da pilotagem segura e o enfrentamento da instabilidade econômica levaram a Abraciclo a uma revisão de seus objetivos e forma de atuação. A diretoria da entidade decidiu, então, contratar executivos que atendessem à demanda por novas atividades.

Com a entrada do Jorge Ubirajara e Franklin de Mello, foi aprovado um tripé de ações composto por Seminários e Congressos + Salão Duas Rodas + Prêmio Abraciclo de Jornalismo.

A ideia era dar mais visibilidade à associação, encorajar discussões junto ao governo e a sociedade, incentivar a geração de conteúdo sobre o segmento, atrair investimentos em infraestrutura e regulamentação, e, a partir disso, proporcionar maior destaque ao setor em ascensão.

O Prêmio seria um gatilho para a criação de matérias positivas sobre motocicletas e bicicletas. As primeiras, que só saíam nas páginas automotivas como subtemas e enfoque ao uso do produto em esportes e lazer, poderiam ser retratadas também nas áreas de comportamento e economia dos jornais, com perspectiva positiva e como meios de transporte importantes para lazer e locomoção. Já as magrelas poderiam sair da categoria ‘brinquedo’ e passar para a de veículos sérios que contribuiriam para a mobilidade da população e transporte de carga.

 

Um dos importantes diferenciais do nosso prêmio seria valorizar os profissionais de jornalismo de regiões com menos enfoque, como Norte e Nordeste do Brasil, saindo assim do eixo Rio–São Paulo.

O presidente e fundador da Abraciclo, Bruno Caloi, empenhado em receber a aprovação da diretoria na época, tinha certeza de que o tripé de ações seria um case de sucesso. E estava certo.

Com o projeto aprovado, a Abraciclo contratou uma clipadora, Lux Jornal, que começou a guardar todas as publicações sobre o setor. No final daquele primeiro ano, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas, presidido por Audálio Dantas, formou-se uma comissão julgadora com os jornalistas mais renomados da época, como Boris Casoy, que analisavam todo o conteúdo disponível.

Feita a seleção, os veículos escolhidos eram comunicados que suas matérias estavam concorrendo ao Prêmio Abraciclo de Jornalismo. Com isso, os jornalistas poderiam inscrever artigos além daqueles pré-selecionados. A divulgação era feita através de publicação em jornal e envio de cartazes às redações.

O evento de premiação começou como uma festa no Hotel Hilton, em São Paulo, e tinha como principais prêmios viagens internacionais. Tratava-se de um acontecimento destacado do setor jornalístico, que trazia pessoas de todas as regiões do País.

Foram realizadas seis edições, de 1981 a 1987, consolidando a importância do Prêmio para o reconhecimento do talento e da criatividade dos jornalistas ao mostrarem o uso dos veículos de duas rodas nas vias das cidades e estradas brasileiras. Todavia, o contexto econômico severo acabou levando a premiação a seguidas reduções de seu investimento, a ponto de precisar ser reavaliada e, temporariamente, suspensa.

A Retomada

A ideia de reativar o Prêmio ocorreu no aniversário de 30 anos da Abraciclo, ocorrido em 2006, coincidindo com a comemoração do volume de 1,4 milhão de motocicletas produzidas. A partir de seguidas reuniões da diretoria da entidade, presidida por Paulo Takeuchi, finalmente a retomada do Prêmio surgia depois de 19 anos.

Em conjunto com a assessoria de imprensa e o empenho do saudoso Sérgio Duarte, o Prêmio renasceu com novas categorias, outros valores da premiação e condições diferenciadas. Ou seja, a premiação ressurgiu em uma versão totalmente nova.

Os 30 anos da entidade e o retorno do Prêmio Abraciclo de Jornalismo foram celebrados, naquele ano, com uma animada festa. A reação veio logo em seguida: muitos jornalistas se interessaram pela iniciativa e questionaram qual seria a periodicidade efetiva da premiação.

Após seguidas reuniões realizadas pela entidade com seus associados e com a Comissão de Comunicação, ficou decidido que o Prêmio Abraciclo de Jornalismo teria periodicidade bienal e, para se tornar ainda mais atraente e celebrado pelos jornalistas do Brasil todo, a sua solenidade de entrega passaria a coincidir com a realização do Salão Duas Rodas, o maior evento de motocicletas da América Latina.

Este clima de ampla comemoração pela imagem positiva dos veículos de duas rodas demonstra que o Prêmio Abraciclo de Jornalismo ingressou no Século XXI não só para ficar, mas muito mais para evoluir, melhorar e encantar todos os amantes de motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e produtos similares. Afinal, este Prêmio tem que fazer jus ao que mostra com muito talento e criatividade a cada dois anos: o desfile de veículos que não param de revolucionar a mobilidade, o transporte, a geração de renda, o esporte e o lazer dos brasileiros das mais diferentes e distantes localidades deste imenso País.

Regulamento

Quem pode participar?

Todos os profissionais de imprensa que publicaram matérias no período entre 01/10/2019 a 30/09/2021 que retratem o papel da motocicleta e da bicicleta no dia a dia das pessoas, assim como o desenvolvimento econômico e industrial do País.

Quantas matérias posso inscrever?

Cada jornalista ou equipe formada pelos mesmos profissionais poderá inscrever, no máximo, três trabalhos. As inscrições podem ser distribuídas entre as diferentes categorias ou concentradas em uma só, desde que seja respeitado o limite máximo.

Como posso inscrever minha matéria?

As matérias inscritas deverão ter as seguintes características:

  • Impressa: Inserir o link do drive ou nuvem onde está hospedado o PDF da matéria.
  • Digital: Inserir o link onde a matéria foi veiculada, drive ou nuvem em que a matéria esteja hospedada.

É necessário que a publicação tenha o nome do autor, do veículo e a data de veiculação e que o link esteja ativo durante todo o processo do prêmio.

Para matérias de Som & Imagem e mais informações, confira o regulamento.

Quais são as categorias?

Os trabalhos serão classificados nas categorias Motocicleta (dividida em Mídia Impressa & Digital e Som & Imagem), Bicicleta e Polo Industrial de Manaus – PIM.

quais os critérios de avaliação?

Serão analisados os seguintes critérios:

  • Relevância do tema no contexto do Setor de Duas Rodas;
  • Originalidade da pauta;
  • Qualidade de texto, imagem ou conteúdo audiovisual;
  • Criatividade na abordagem e no desenvolvimento da reportagem;
  • Potencial da pauta em gerar impacto social.

Os jurados deverão avaliar o trabalho de acordo com os parâmetros do regulamento, dando notas de 1 a 10.

Sugestões de Temas

As reportagens devem destacar o papel da motocicleta e da bicicleta no cotidiano, envolvendo temas como:

  • Liberdade & Mobilidade;
  • Tecnologia & Inovação;
  • Eco-Friendly & Respeito ao meio ambiente;
  • Condução segura & Equipamentos de segurança;
  • Acessibilidade ao Segmento de Duas Rodas & Covid-19 e o protagonismo dos veículos de Duas Rodas como fonte de renda e opção de transporte individual;
  • Campanhas e Ações Educativas.

Edição 2021

Inscreva-se:

Vencedores do Prêmio em 2019

Pim - Polo Industrial de Manaus

Vencedor Pim 2019

Jornalista: Adneison Severiano

Veículo: Portal Brasil Hoje

Matéria: “Polo Industrial de Manaus na trilha da Indústria 4.0: nova era da manufatura avançada”

 

Destaque Pim 2019

Jornalista: Rebeca Mota de Moraes

Veículo: Em Tempo

Matéria: “Mão de obra feminina se fortalece no polo de duas rodas do PIM”

Menção Honrosa Pim 2019

Jornalista: Rebeca Mota de Moraes

Veículo: Em Tempo

Matéria: “Bike ao trabalho: manauaras trocaram transporte e garantem bem-estar”

Bicicleta

Vencedor Bicicleta 2019

Jornalista: Marcos Adami

Veículo: Bikemagazine

Matéria: “E-bikes a reinvenção da bicicleta”

Jornalista: Thiago Reis Corte

Veículo: G1

Matéria: “Malha cicloviária das capitais cresce 133% em 4 anos e já passa de 3 mil quilômetros

Moto Impressa/Digital

Vencedor Moto Impressa/Digital 2019

Jornalista: Roberto Dutra de Oliveira

Veículo: Jornais O Globo e Extra – Rio de Janeiro

Matéria: Especial ”Minha Primeira moto”

Moto Som/Imagem